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Meias Vivarina X Facas Ginsu, a Luta do Século

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quem não se lembra dos antigos infomerciais que habitavam as tvs brasileiras, tais pérolas era comumente utilizados na extinta TV Manchete no início da década de 90.

 

Os infomerciais são parte da programação de muitas redes de TV aberta no Brasil há pelo menos desde a década de 1990. Produtos como as facas Ginsu, as meias Vivarina, os aparelhos auditivos Sonic 2000 e os travesseiros Countour Pillow tiveram durante anos suas propagandas exibidas através dos infomerciais do Grupo Imagem, especialmente os que eram exibidos na extinta Rede Manchete. A propaganda enfatizava o número (011) 1406, que depois seria mencionado na música 1406 dos Mamonas Assassinas.

Hoje o próprio Grupo Imagem foi extinto. O vácuo foi preenchido pela Polishop, pelo Shoptime e, mais recentemente, pelo Best Shop TV. RedeTV!, Gazeta, Bandeirantes e CNT são algumas das redes abertas que exibem infomerciais. No mercado da TV por assinatura, diversas redes exibem infomerciais com canais inteiros dedicados ao segmento. [Wikipédia]

 

Dos comerciais que habitavam o dia a dia dos telespectadores, sem sombra de dúvidas os mais marcantes foram os das famosas Meias Vivarina e das Facas Ginsu.

 

Meias Vivarina -  as referidas meias possuíam como característica principal o fato de nunca desfiarem. Veja você mesmo o comercial e se segure na cadeira pra cair de tanto rir.

 

 

Facas Ginsu – O He-man ia morrer de inveja por não possuir uma dessas no lugar de sua famosa espada. As facas Ginsu cortava tudo e nunca perdia o corte.

 

 
Não podemos negar que uma dúvida sempre fez parte do imaginário dos que presenciaram ambos os comerciais. Será que as facas Ginsu são capazes de furar as meias Vivarina? Seria um bom teste pra ambos. Corre por aí uma lenda de que as facas Ginsu despedaçaram as meias Vivarina e depois se cortaram até a extinção definitiva.

A Nostalgia da TV Colorado

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

COLORADO

 

No final dos anos 70 e início dos 80 ter um aparelho de tv em casa era privilégio de poucos. Não havia muita opção no mercado e marca mais popular era a TV Colorado branca e preto. Somente os mais abastados financeiramente tinham condições de possuir essa maravilha moderna em casa. Os demais tinham que se contentar em assistir alguns programas nas TV’s que normalmente era instaladas em praças públicas e mantidas pela prefeitura local.

 

Em 1970 surgia uma nova marca de televisores em território nacional que chamava-se Colorado Rádio e Televisão S.A., esta nova marca chamou atenção não só pelo seu slogan "Prestígio e categoria com reserva de qualidade",como também, soube explorar muito bem o momento de espectativa pela Copa do Mundo.
A marca utilizou-se primeiramente da figura do melhor jogador da seleção canarinho de todos os tempos, nada menos que Pelé que já acumulava além de títulos inúmeros comerciais como garoto propaganda. [Coisas Antigas]

 

A famosa TV Colorado funcionava a válvula, fato que fazia com que o aparelho, depois de ligado, levasse quase meio hora para aparecer a imagem e depois que aparecia levava mais um bom tempo pra você conseguir estabilizar a imagem, através de um botão que ficava na parte detrás do aparelho.

 

Era necessário ainda constantes ajustes na antena, pois como não havia repetidoras elas precisam ser instaladas o mais alto possível e que fazia com que o vento constantemente a tirasse da posição. Aqui no interior eram poucos os aventureiros que tinham coragem suficiente para subir nos mastros, normalmente de madeira, para os devidos ajustes.

 

Nessa tarefa eram necessário no mínimo 3 pessoas: um que ficava no alto da antena girando, um no aparelho pra verificar  resultado e outro embaixo da antena para retransmitir os resultado dos ajustes. Assim formou-se o famoso bordão: “quando proseia num margeia, quando margeia num proseia”, ou seja, quando tinha som não tinha imagem e quando tinha imagem não tinha som.

 

Decerto que este aparelho fez parte da infância oitentista por levar diversão e entretenimento.

Lembranças da Infância: Futebol Cards Ping Pong

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Envelope

Alguns fatos marcam profundamente nossa infância, ficam retidos na memória e sempre são recordados. No final da década de 1970, o chiclete Ping Pong lançou a coleção Futebol Cards, sendo 486 cartões individuais de jogadores de 22 clubes brasileiros.

 

Era febre entre os meninos da época, me incluo nesse rol. Qualquer trocadinho conseguido, era logo direcionado para aquisição dos famosos cards. Interessante constatar que o chiclete e o card tinha o mesmo formato e tamanho, uma novidade pra quem estava acostumado com o formato tradicional dos chicletes da época.

 

Acho que nunca cheguei a completar minha coleção, mas ganhei muitos cards dos amigos, que eram disputados no arremesso. Quem conseguisse arremessar o card mais longe ganhava.

 

Neste link você pode rever todos os cards que compunham a coleção: http://www.cardspingpong.com.br/

Um Clipe Inesquecível

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Fazendo um remember da minha infância na década de 80, lembro que tinha uma canal de televisão que sempre passava alguns clipes musicais. E um dos que mais marcaram essa época sem dúvida foi esse do Culture Club, achava muito bacana a história contada e relembrá-lo foi como uma viagem no tempo.

 

Renomeie suas músicas com facilidade

quarta-feira, 6 de abril de 2011

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Todo amante da música, como eu, gosta de ter seus CD’s ou DVD’s ripados no computador para facilitar a audição. Ocorre que nem sempre conseguimos ripar essas mídias com as especificações referentes aos nomes das músicas, cantores, etc., de forma organizada. O que acaba provocando dissabores na hora de encontrá-los.

 

Vagando pela internet acabei por encontrar um programinha bem interessante para auxiliar na tarefa de editar e organizar as músicas no computador, é o TagScanner.

 

TagScanner é um programa para renomear e editar TAGs de arquivos de música. Através dele você poderá fazer diversas alterações em massa em vários arquivos, sem ter muito trabalho para isso. Leia Mais

 

O programa possui opção de configuração em português e é totalmente gratuito. Vale a pena baixar.

 

Clique aqui para baixar o programa.

João Penca e Legião Urbana censurados

sexta-feira, 11 de março de 2011

1988-04-15_carimbo-censura-na-musica-faroeste-caboclo Carimbo censura na música Faroeste Caboclo

 

Diante da vulgaridade e mediocridade de algumas “músicas” atuais, a história do rock nacional nos proporciona algumas coisas inusitadas. A música SOS Miquinhos do João Penca e Seus Miquinhos Amestrados, assim como Faroeste Caboclo do Legião Urbana, tiveram que ser editadas para que pudessem ser tocadas nas rádios na época.

 

O interessante é que, diante do quadro atual de absurda vulgarização, essas músicas não falavam nada demais. A música SOS Miquinhos até que era um pouco mais ácida e maliciosa, além de abusar de uns termos bem chulos. Mas Faroeste Caboclo não falava nada muito assombroso. No link abaixo vocês podem acompanhar a versão censurada e a versão original dessas músicas:

 

VERSÃO EDITADA

 

VERSÃO ORIGINAL

 

VERSÃO EDITADA

 

VERSÃO ORIGINAL

 

Para relembrar e refletir:

 

Na década de 80 começaram a surgir algumas bandas que, em suas letras musicais, traziam humor e malícia. João Penca e seus Miquinhos Amestrados está entre elas. A partir daí, este gênero só aumentou, resultando no que hoje poderíamos chamar de “besteirol da música brasileira”. Sem a pretensão de moralizar, o sucesso de músicas como “Boquinha da Garrafa” e “Éguinha Pocotó” revelam o desprezo de nossa juventude pela cultura brasileira e o desrespeito à pessoa humana.

 

Embora o Funk seja uma expressão cultural, não podemos negar que, na maioria dos casos, este estilo musical exalta contra-valores. Há algum tempo, alguns telejornais apresentaram casas de baile Funk que promoviam o abuso de menores, relações sexuais em meio às danças, sem contar os nomes atribuídos às nossas belas mulheres brasileiras que, na boca de Tom Jobim, eram “... cheia de graça...” e, no Funk, são “cachorras”. (Etori Caldeira de Amorim)

Os 11 melhores discos do rock nacional da década de 80

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Alguns álbuns oitentistas ficaram marcados na memória de todos, pois conseguiram emplacar vários sucessos ou até mesmo todo o disco. Tomei a liberdade de fazer minha seleção dos 10 melhores discos da década de 80. Se discordar ou tiver alguma inclusão a fazer, é só registrar os comentários.

Os Paralamas do Sucesso – Selvagem?

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Lançado em 1986, este álbum contrapunha a “manipulação” desde sua capa (com o irmão de Bi no meio do mato apenas com uma camiseta em torno da cintura), e misturava novas influências, principalmente da MPB. Com sucessos como “Alagados“, “A Novidade” (a primeira com participação de Gilberto Gil, e a segunda co-escrita com ele), “Melô do Marinheiro” e “Você” (de Tim Maia), Selvagem? vendeu 700.000 mil cópias e credenciou os Paralamas a tocar no cultuado Festival de Montreux, em 1987.

Kid Abelha – Educação Sentimental

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Educação Sentimental é o segundo álbum da banda brasileira de música pop Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, lançado originalmente em 1985 pela WEA Records. Este foi o último álbum com a participação de Leoni, o então principal compositor do grupo. Emplacou vários sucessos como: Lágrimas e Chuva, Educação Sentimental II, Os Outros, Educação Sentimental, Garotos, A Fórmula Do Amor.

Ultraje a Rigor – Nós Vamos Invadir sua Praia

Ultraje a Rigor - Nós vamo invadir sua praia [1985]
Seu primeiro LP, "Nós vamos invadir sua praia", lançado em 1985 e puxado inicialmente por "Ciúme", foi um enorme sucesso. Foi o primeiro LP de rock nacional a conseguir discos de ouro e platina. Das 11 músicas do disco, 9 foram amplamente executadas e o Ultraje quebrou recordes de público em diversas casas de shows no Brasil inteiro. Faziam parte deste álbum entre outras: Nós vamos invadir sua praia, Rebelde sem causa,  Zoraide, Ciúme, Inútil, Marylou, Eu me amo,  Independente Futebol Clube.

Biquíni Cavadão – Cidades em Torrente

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Cidades em Torrente é o nome do primeiro LP da banda Biquíni Cavadão. Foi lançado em 1986 pela gravadora Polydor. O cantor Renato Russo, vocalista da Legião Urbana, participou da canção Múmias. Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, por sua vez, gravou as guitarras das canções TédioNo Mundo da Lua (ambas presentes no primeiro compacto do Biquíni) e Inseguro de Vida. A canção Reco foi dedicada pelo vocalista Bruno aos jovens que desejavam sair do serviço militar obrigatório no Brasil. Emplacou entre outros sucessos: Múmias, Domingo,No mundo da lua, Reco, Timidez, Tédio.

Ira! – Vivendo e Não Aprendendo

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Considerado por muitos fãs como seu melhor álbum, Vivendo e Não Aprendendo foi o mais famoso e o também o mais bem sucedido comercialmente disco da banda.  O disco de 1986, segundo o jornalista Ricardo Alexandre em seu livro Dias de Luta (cujo nome foi tirado, obviamente, de um dos sucessos deste álbum), vendeu 180 mil exemplares à época de seu lançamento, apesar de outras fontes divergirem quanto à isto (estimando as vendagens entre 150 e 250 mil cópias). Por mais de dez anos, foi o único álbum do Ira! a ter alcançado o status de disco de ouro. Alguns sucessos desse álbum: Envelheço na Cidade, Dias de Luta, Vitrine Viva, Flores em Você, Quinze Anos (Vivendo e Não Aprendendo), Gritos na Multidão, Pobre Paulista.

Legião Urbana – Dois

Legião Urbana - Dois
Dois é o segundo álbum da banda Legião Urbana, lançado em julho de 1986. O sucesso do álbum anterior fez com que Renato Russo cogitasse fazer o segundo álbum como duplo, intitulado Mitologia e Intuição. A gravadora, porém, não se entusiasmou com a idéia, e o álbum acabou sendo simples. Mesmo assim, acabou responsável pela maior quantidade de vendas da história da Legião Urbana, alavancado pelo sucesso de "Eduardo e Mônica", uma faixa que era considerada difícil, por não ter um refrão. O álbum vendeu mais de 1,2 milhão de cópias. Faz parte deste álbum dentre outras: Daniel Na Cova Dos Leões, Quase Sem Querer, Acrilic on Canvas, Eduardo e Monica, Tempo Perdido, Música Urbana 2, Andrea Doria, Índios.

Titãs – Cabeça de Dinossauro

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Cabeça Dinossauro é o terceiro álbum de estúdio da banda brasileira de rock Titãs, lançado em junho de 1986. Lançado em finais de junho de 1986, não só marcou a estréia da parceria da banda com o produtor Liminha como também garantiu o primeiro disco de ouro para a banda, em dezembro do mesmo ano. A prisão de Arnaldo Antunes e de Tony Bellotto, nos finais de 1985, por porte de heroína, e a clara vontade da banda querer buscar uma unidade sonora – mais precisamente, pesada - influenciaram na mudança estética que a banda tomou neste LP, após a expressão de uma sonoridade um tanto confusa (que poderia revelar algumas boas canções) nos dois álbuns anteriores. A capa foi baseada em um esboço do pintor italiano Leonardo Da Vinci, intitulado A expressão de um homem urrando. Um outro desenho de Da Vinci, Cabeça grotesca, foi para a contracapa do disco. Esse álbum emplacou vários sucessos: Aa Uu, Polícia, Bichos Escrotos, Família, Homem Primata, O Quê.

Lobão – Vida Bandida

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O que mais tive dificuldade em escolher foi o Lobão, fiquei em dúvida entre o Vida Bandida e o Ronaldo Foi Pra Guerra: 1984, que teve sucessos como: Corações Psicodélicos, Me Chama, etc. Resolvi optar pelo Vida Bandida por causa do número maior de sucessos emplacados. Vida Bandida é o terceiro álbum solo do cantor e compositor brasileiro Lobão sendo lançado em 1987. O disco foi gravado durante a estada de Lobão na cadeia e possui grandes sucessos como Rádio Bla, Vida Bandida e a mais conhecida do disco, Vida Louca Vida. Estima-se que o álbum tenha vendido mais de 350 mil cópias no Brasil inteiro. Em 1985 Lobão lançou o single, que pra mim, é a música mais marcante do cantor "Decadence Avec Elegance".

Camisa de Vênus – Correndo o Risco

Camisa de Vênus (1986) Correndo o Risco
Correndo o Risco foi o quarto álbum da banda  Camisa de Vênus, liderada por Marcelo Nova, e o primeiro lançado pela WEA, em 1986. Este trabalho marca uma fase mais madura da banda, apresentando arranjos mais elaborados.
O álbum teve três sucessos que tocaram nas rádios: Simca Chambord, Só o fim e Deus me de grana. Havia também um cover de Raul Seixas, (Ouro de tolo), e a orquestrada A ferro e fogo. Na época foi dito que esta canção daria o nome do trabalho, e somente não foi por causa de um álbum da banda paulista Golpe de Estado, que lançou no mesmo ano um álbum com este nome.
 
RPM – Rádio Pirata ao Vivo
 
RPM ao vivo
 
Esse talvez seja o àlbum mais marcante do Rock Nacional, Rádio Pirata ao Vivo é o segundo álbum da banda RPM, lançado em 1986. É um dos discos mais vendidos da história da indústria fonográfica do Brasil, com 2,5 milhões de cópias vendidas. Gravado no Pavilhão de Exposições do Complexo do Anhembi, em São Paulo, o show, com direção do cantor Ney Matogrosso, traz grandes sucessos, como Revoluções Por Minuto, Rádio Pirata, Olhar 43 e as então inéditas Naja (instrumental baseado nos teclados de Luiz Schiavon) e Alvorada Voraz, além das regravações de London, London (de Caetano Veloso) e de Flores Astrais (do grupo Secos & Molhados, do qual Ney Matogrosso fez parte).
 
Nenhum de Nós – Cardume
 
1989 - Cardume
 
1989 foi o ano escolhido para receber o 2º disco do Nenhum de Nós, Cardume. Disco de vendagem expressiva e que levou a música do Nenhum aos quatro cantos do país. Com uma versão para a música de Dawid Bowie, “Starman”, fez o Brasil inteiro pular ao som de “O astronauta de mármore”. Este álbum pode ser referido como “inovador”. Por quê? Uma das participações especiais do disco é Renato Borghetti , o conhecido Borghettinho, que foi convidado a ferir carinhosamente a faixa “Fuga” com sua gaita ponto. Coisa que uma banda de rock não havia feito até então. As guitarras pesam nesse disco, que tem ainda uma faixa em inglês. Foi lançado em fita K-7, LP e CD. O formato CD traz como bônus quatro músicas do 1º disco.
 
Zero – Passos no Escuro
 
Zero (1985) Passos no Escuro - Front
 
Lançado em 1985 pela EMI-Odeon, Passos no Escuro, teve como destaques “Agora eu Sei" com participação de Paulo Ricardo e "Formosa". Estas canções tiveram grande repercussão nas rádios de todo o Brasil e proporcionou ao grupo Zero um disco de ouro com mais de 200 mil cópias vendidas.
 
Está aí minha coletânea. Gostaria de registrar que a seleção não possui classificação por importância.
 
Fontes: Wikipédia e Google






















Música do Dire Straits é censurada no Canadá

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Por essa ninguém esperava, uma das mais bem sucedidas bandas de rock de todos os tempos, o Dire Straits, teve a música Money for Nothing censurada no Canadá.

 

Segundo o site Blitz: "Money for Nothing", tema dos Dire Straits incluído no álbum Brothers in Arms (1985), foi censurado no Canadá, depois de uma pessoa que ouviu a canção na rádio, em fevereiro de 2010, e ter queixado que as três referências à palavra "faggot" ("paneleiro" em português) são "extremamente ofensivas" para os gays, lésbicas, bissexuais e transexuais.

 

Entendo que a homofobia deve ser de fato combatida, mas levar tal prática a esse nível, é totalmente descabido e sem fundamento. A referida música existe a mais de 25 anos.

 

Como bem definiu o teclista Guy Fletcher: "Assim acho que o Canadá pode banir 75% das nossas gravações. Que desperdício de papel. Você pode escrever uma canção ou um poema com a linguagem que as pessoas usam no dia-a-dia. 'Money For Nothing' não celebra o insulto. Mark Knopfler usou o inglês norte-americano para falar como um trabalhador sem nada no cérebro se sente sobre um vídeo que está vendo"

 

 

Pink Floyd Pulse – O melhor show do século

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Nunca gostei muito de colecionar DVDs, talvez seja pelo parco tempo que disponha para apreciá-los.

 

Logo quando me casei, e o tempo ainda não era empecilho, um amigo me emprestou um DVD do Pink Floyd, tratava-se do show Pulse, gravado ao vivo em Londres.

 

Certo é que esse show ficou gravado na minha memória, pois possui uma produção impecável, tanto no cenário, quanto na qualidade musical. Na minha modesta opinião, trata-se do melhor DVD musical de todos os tempos.

 

Deixo abaixo uma palhinha dessa maravilha para vocês degustarem.

 

P•U•L•S•E é um duplo CD ao vivo dos Pink Floyd, editado em 1995. O álbum foi gravado durante a tournée de promoção de The division bell na Europa e nos Estados Unidos entre Março e Outubro de 1994. O álbum inclui uma versão ao vivo completa de The Dark Side of the Moon. P•U•L•S•E chegou a nº 1 na tabela da Billboard em Junho de 1995 e foram-lhe atribuídos disco de ouro, platina e dupla platina em31 de Julho do mesmo ano. A cassete tem duas faixas extra, "One of these days" e 22 minutos de música ambiente. No Brasil foi vendido mais de 100 mil cópias e sendo certificado com Disco de Diamante pela ABPD.[1]

 

Desde Julho de 2006, os fãs podem ver, ou rever o show em DVD. Além do show, tem inúmeros videos, fotos e entrevistas inéditas. O som foi remasterizado em Dolby 5.1. [Wikipédia]